Ah... A sorte. Coisa que eu não tive hoje de manha. Sério, acho que alguém vai escrever um livro sobre mim. Já passei por tanta coisa que acabou virando história pra contar. Depois vou rir, claro, mas e durante? É... durante é bem difícil.
To aqui, presa no transito com a minha mãe... Tudo normal, até eu lembrar que to com um treco no pescoço chamado "colar cervical". Puts, mais uma história pra contar.
E começa assim:
Hoje de manha, dia normal de escola, fui levantar pra colocar a roupa. Mas antes, eu ia dar aquela boa espreguiçada de sono. CLACK! o q u e f o i i s s o? Ah, devo ter estalado o pescoço né, já que sempre faço isso... Então tudo bem, vou levantar e continuar o que eu ia fazer. AAAAAAIIIIIII.
E é aí que a história começa.
Senti um desespero do tamanho do mundo de tanta dor. Chorei tanto, mas tanto, que nem precisei lavar o rosto com sabonete pra tirar a oleosidade. Bom, fazer o que...? Não vou poder ir pra escola (que por incrível que pareça, eu queria ir). PERAI, não ir pra escola? Voltei a chorar, e mais ainda. Não sei de onde eu tirei a idéia maluca de ir, aguentando essa dor, pra poder ver um professor. Acredita nisso? Ao invés de chorar de dor, chorei pela chance de não vê-lo antes do carnaval. Existe coisa mais estranha e louca? É, também acho que não.
Fui pra escola, fiz o que tinha que fazer, saí mais cedo, cheguei em casa. Outro acesso de choro. Tomei um remédio, dormi e acordei com a noticia de que eu teria que levantar pra ir no dentista. Ai ai, sorte. Fui lá, apertei o aparelho, e to onde to. Chegando em casa, morrendo de dor, parecendo uma velha.
Por favor, desejem-me sorte.
você já tem sorte....agora está bem quietinha no quarto da mamãe, sendo paparicada. love you!
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