quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Natal ai


Quando eu era pequena, o natal pra mim era basicamente resumido aos presentes que eu ganhava.

Hoje em dia, como eu não acredito no natal em si pelo o que ele realmente significa religiosamente, pra mim ele se resume à: encontrar familiares desconhecidos, não ganhar tantos presentes quanto antes, e demonstrar carinho e gratidão pelas pessoas com quem você se importa.

Minha parte preferida do natal são as decorações e dar presentes pras pessoas. Sim, eu AMO dar presentes. Mas como esse ano eu não tive tempo o suficiente, porque eu tava ocupada demais com preguiça de sair e comprar e preocupada com um dos meus melhores amigos que tava no hospital, eu resolvi tirar um tempinho de hoje pra demonstrar carinho e gratidão por alguém que eu nunca tinha tirado um tempo pra dar uma atenção extra. Taí o que eu disse pra ela:

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Querida Ana Luiza,

Eu acho que a forma mais justa para eu começar isso é com um pedido de desculpas. Eu realmente nunca fui muito legal para você. Nunca, mesmo. Então, por isso, eu sinto muito. Eu não sei por que eu acho tão difícil encontrar um lugar para você no meu coração. Fico sempre no seu caminho, e nunca penso que você é boa o suficiente. Sinto muito pela falta de compreensão que você sempre recebeu de mim. E por ser a pessoa que sempre te julgou mais.

Ainda assim, você esteve comigo por 16 anos, através de muitos altos e baixos, sempre fazendo o seu melhor para manter um sorriso no rosto.

Você nunca me deu a oportunidade de pensar sobre o quanto você significa para mim, e dizer o que eu gosto em você. Então, aqui vai:
Apesar de eu sempre dizer o contrário, eu sinceramente te acho muito forte. Você nunca deixa de me surpreender do quão incrível você é. O amor, cuidado e atenção que você tem pelas pessoas próximas a você é absolutamente incrível, e bonito de ver. Ninguém é maduro o suficiente para deixar-se ser tão vulnerável, sentimental e carinhosa como você é. E por mais que eu diga o contrário, me orgulha te ver deixando-se ser, especialmente porque essas características são o que te distingue mais de todos os outros.

Eu acho que nós deveríamos ficar mais juntas, só nós duas. Eu realmente quero gostar de você e te tratar do jeito que você merece. Então vamos ter um encontro, pelo menos uma vez por semana. Tomar café ou algo assim. Um tempo pra nos conhecermos melhor.

Mas, por agora, boas festas, aproveite o resto dos dias de 2013 e tenha um maravilhoso 2014. Seja fiel a quem você é e não se esforce demais pra agradar os outros, somente si mesma.

Te vejo em breve.
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Feliz natal pra vocês!







quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

100 Coisas (atualizado)

Há mais de um ano, mais especificamente, no dia 5 de Novembro do ano passado eu escrevi um post falando 100 fatos sobre mim. E bom, como já falei aqui antes, em 1 ano muita coisa muda. Por mais que muitas das 100 coisas que escrevi continuem iguais, algumas mudaram, e novos fatos surgiram. Por isso decidi escrever um outro texto, com o mesmo propósito, atualizado.

Então aí vai, 100 coisas aleatórias (ou não) sobre mim:

1- Eu sou apaixonada por luzes pisca pisca.
2- Minha primeira paixão platônica foi pelo Marty Mcfly de De Volta pro Futuro.
3- Quando mais nova, eu era apaixonada pelo Link do jogo Zelda (e ainda sou um pouco).
4- Minha banda preferida é há 3 anos a Avenged Sevenfold.
  4.1- Eu já assisti ela ao vivo 3 vezes, encaminhando pra quarta ano que vem :D
5- Eu sou muito impaciente.
6- Eu tenho insônia de 3 a 4 vezes por semana, o que eu detesto.
7- Eu sou apaixonada por café, mas por isso ^ eu raramente tomo.
7- Eu sinto uma conexão muito estranha minha com animais.
8- Minhas matérias preferidas são física, filosofia e sociologia.
9- O que eu mais queria seria não fazer faculdade e ao invés disso passar todo o tempo possível escrevendo, e algum dia, poder me sustentar disso. (mas todos queremos muitas coisas)
10- Eu sou bem boba na maioria do tempo.
11- Depois de colocar o aparelho, eu desenvolvi um certo toque em relação a escovar os dentes o tempo todo.
12- Prefiro mil vezes Senhor dos Anéis a Harry Potter.
13- ^ (isso é novo) Recentemente eu vi pela primeira vez os três filmes da serie de Senhor dos Aneis e no momento to meio viciada nela.
14- Eu amo ler, o que é meio irônico porque eu não suportava quando era mais nova.
15- Eu meço 1,60, o que é considerado normal na minha idade, mas eu continuo me achando uma anã.
16- Quando eu gosto muito de uma música, eu fico ouvindo ela repetidamente até eu não a suportar mais.
17- Eu AMO cantar, mesmo não cantando bem.
18- O motivo de eu estar na maioria das vezes de porta trancada, é porque eu fico no meu quarto fingindo que to com os meus amigos fazendo um show de metalcore/posthardcore.
19- Eu tenho uma obsessão por velas.
20- Eu ainda não aprendi a acender um fósforo e posteriormente uma vela sem quase queimar meu dedo.
21- Eu detesto usar maquiagem, mas adoro me maquiar (explicando melhor: eu gosto do ato de me maquiar ou maquiar alguém, porque é divertido, mas detesto como fica no final AKA acho que as pessoas ficam muito melhores sem maquiagem)
22- Por mais que eu não goste de tirar fotos só minhas ou fotos "planejadas", amo tirar fotos aleatórias, pra que elas possam ser guardadas como memorias.
23- Falando em memória, eu tenho uma memória ótima pra lembrar de coisas pra fazer, mas sou terrível de lembrar coisas que já aconteceram.
24- Minhas flores preferidas são orquídeas (pequenas).
24- Minhas cores preferidas variam entre roxo, azul ou preto.
25- Se eu fosse branca, quase pálida, eu gostaria de fechar um braço de tatuagens (sorte dos meus pais que eu não sou).
26- Que eu me lembre, eu nunca fui a um velório.
27- Eu já fiz aulas de salto ornamental.
28- Filmes de natal me irritam.
29- Eu amo o Natal, independente do que se comemora nessa data, mas geralmente eu fico desanimada nessa época porque ninguém fica tão animado quanto eu e eu não vejo graça em comemorar o Natal num calor, sem casacos de rena e boneco de neve e chocolate quente com marshmellow.
30- Eu amo chocolate quente.
31- Mesmo sabendo o quanto faz muuuito mal, eu sou viciada em coca cola.
32- Eu comecei a comer comida japonesa ano passado e hoje em dia é provavelmente minha comida preferida.
33- Eu gosto de escrever na minha parede frases de musicas preferidas minhas.
34- Atualmente eu tenho em mente (e no papel também) um total de 9 tatuagens que eu gostaria de fazer.
35- Eu gosto de deixar minhas unhas grandes pra arranhar meu próprio braço (parece meio masoquista, mas eu juro pra vocês que é a melhor coisa do mundo)
36- Meu número da sorte é o número 7.
38- Eu tenho uma vitrola no meu quarto, mas só tenho um vinyl pra tocar nela :(
  38.1- Tal vinyl é de um cara chamado Passenger.
39- Já falei minha banda preferida, mas entre meus artistas/bandas preferidas estão: Passenger, Ed Sheeran, The Smiths, Scars on Broadway, Billy Joel, Pierce the Veil, e, sendo muito cliche, Michael Jackson.
40- As músicas That Thing You Do! - The Wonders, You Make My Dreams Come True - Hall & Oates e Cum On Feel The Noize - Quiet Riot nunca falham em me deixar de bom humor
41- Eu prefiro muito mais passar tempo com meninos do que com meninas, porque eles são muito mais "ta", mais engraçados e não existe mimimi com eles.
42- Eu já beijei praticamente todos os meus amigos nos meus sonhos.
43- Há 2 anos atrás eu cortei meu cabelo um pouco em baixo do peito e cortei franja, e detestei.
44- Com isso dito, eu não corto o cabelo desde essa ^ vez, isto é, há dois anos.
45- Pelos vídeos que a minha mãe me mostra, eu era uma criança muito chata e ranheta.
46- Eu prefiro frio a calor. (a não ser que seja MUITO frio)
47- Eu amo ser chamada de "aninha". Acho que cabe muito bem ao meu tamanho e à pessoa fofa que eu sou (notem que eu to brincando nesse segundo motivo)
48- Muitas vezes eu não começo a ler um livro porque eu acho ele bom demais (é eu sei não faz sentido algum)
  48.1- No momento, tenho 4 livros presos nesse processo.
49- Eu to no caminho de me ensinar a tocar guitarra decentemente.
50- Isso é provavelmente mais que óbvio pra 99% das pessoas que tão lendo isso, mas eu ODEIO usar saia.
51- Eu amo estar na praia, mas detesto ir e voltar de lá.
52- Eu sou provavelmente uma das pessoas mais preguiçosas do mundo.
53- Eu acho que não tenho fobia de nada, mas eu fico extremamente desconfortável quando to sozinha no escuro.
54- Por isso ^, eu durmo com a tv ligada durante a noite inteira. Caso meus pais desliguem ela enquanto eu to dormindo, e eu acorde no meio da noite com ela desligada, eu entro em pânico.
55- Minha frase/estrofe preferida de muitas que eu amo é de uma música chamada Evenstar, que toca no segundo filme do Senhor dos Aneis. A música é em elfico, mas traduzindo, ela diz "Esse não é o final...é só o começo. Não se deixe perder força. Se você não acredita em mais nada, acredite nisso. Acredite no amor."
56- Eu continuo sendo apaixonada pelo meu irmão.
57- Nesse último ano de 2013 eu me aproximei muito do meu irmão mais velho (Matheus), o que me deixa muito feliz porque ele é engraçado demais.
58- Eu amo os meus dentes, mesmo eles me trazendo algumas coisas muito ruins.
59- Eu tenho uma vontade enorme de fazer aquela experiência onde você entra numa gaiola enorme, que é colocada na frente de tubarões brancos no mar (essa aqui)
60- Minha família é tãaaao grande que eu não sei o nome de muita gente que provavelmente eu deveria saber.
61- Pensando melhor, eu acho que posso dizer que eu tenho fobia a agulhas, o que não vai ser nem um pouco legal pra quando eu for me tatuar.
62- Uma das coisas que mais me perturba é o quanto eu e todas as pessoas amadurecemos num período não muito longo.
63- Eu já tive uma calopsita chamada "Bolinha".
64- Eu já tive 4 ataques de pânico na minha vida (esse ano só, na verdade) e foi com certeza uma das piores experiências que eu já tive.
65- Eu costumava detestar quem demorava muito pra responder mensagens ou só ignorava elas, mas hoje em dia devido à preguiça, eu geralmente ignoro.
66- Desde criança, eu não suporto comer peixe.
67- Eu sempre gostei de filmar momentos de viagens, ou só qualquer coisa aleatória minha e com os meus amigos, pra depois editar e fazer um vídeo bonitinho de tudo.
68- Eu sou fascinada pelo Sigmund Freud, e pretendo conhecer muito mais sobre ele e suas obras com o tempo.
69- Eu adoro dançar, independente de que seja no meu quarto ou numa festa.
70- Eu tenho uma vontade enorme de pular de bungee jump, mas como eu MORRO de medo de altura, se eu me conheço bem, eu não conseguiria passar por cima desse medo ao ponto de pular.
71- Meu "restaurante" preferido é sem duvidas o Panera Bread.
72- Quando mais nova, eu ficava extremamente nervosa antes de entrar num avião, até hoje não sei porque.
73- Eu tinha medo de nadar sozinha na minha piscina porque eu acreditava que um tubarão apareceria do nada e me mataria.
74- Eu acredito em vida após a morte.
75- Eu lembro dos meus sonhos muito frequentemente.
76- Eu não consigo me imaginar indo num encontro mesmo com alguém
77- Quando mais nova, eu achava que as plantas/flores balançavam quando alguém as regava porque elas estavam dançando de felicidade.
78- Eu não sei ainda se eu tenho ou não religião.
79- Eu acredito em extraterrestres.
80- Eu não acredito em nenhum desses caôs que tem a ver com sorte ou azar.
81- Meu planeta preferido é Urano e minha constelação preferida é a Orion.
82- Meus personagens preferidos dos filmes da disney são ou o Pégasus, cavalo do Hércules, ou o Dunga, sétimo anão da branca de neve.
83- Os lugares que eu mais quero visitar são: Austrália, Itália, Dubai e Africa do Sul
84- Eu consigo montar o cubo mágico em menos de 1 minuto (palmas pra mim)
85- Morango é minha fruta preferida.
86- Eu AMO bolo de morango com baba de moça (esse nome é nojento)
87- Eu tenho no meu twitter um total de 35,048 tweets, isso porque há uns 2 ou 3 anos eu escrevia em média 100 tweets POR DIA (eu não me orgulho disso).
88- Meus filmes preferidos são Sociedade dos Poetas Mortos, Star Wars e agora também Senhor dos Aneis.
89- Quando eu to cansada ou só não me sentindo muito bem, eu tomo banho morno com só uma vela acesa no banheiro, luzes desligadas, escutando ou Passenger ou Jesse Woods.
90- Eu tenho uma girl crush pela Mila Kunis e pela Emma Watson.
91- Eu uso o mesmo perfume há dois anos e aparentemente todos os meus amigos e conhecidos gostam muito dele.
92- Pra mim, os homens mais atraentes do mundo são esses:
Oliver Sykes
- Colin O'Donoghue
Synyster Gates
93- Eu sou viciada em tic tac de laranja desde muuuito nova
94- Meu deus se chama Augustus Waters
95- No momento eu assisto 5 séries, sendo a melhor delas Breaking Bad (ASSISTAM)
96- Eu gostaria de ser mais criativa
97- Eu acredito que tudo que acontece tem um motivo.
98- Eu amo o Halloween, mesmo não comemorando ele no Brasil.
99- Isso pode parecer muito carente da minha parte, mas eu preciso dormir abraçada em alguma coisa (travesseiro, bichinho de pelúcia, etc)
100- Minhas músicas favoritas de todos os tempos são essas muitas aqui:
 - Asleep - The Smiths
 - Don't Stop - Fleetwood Mac
 - Lost - Avenged Sevenfold
 - Piano Man - Billy Joel
 - Harakiri - Serj Tankian
 - Bulletproof Love - Pierce the Veil
 - Don't You (Forget About Me) - Simple Minds
 - Evenstar - Howard Shore
 - Juke Box Hero - Foreigner
 - Critical Acclaim - Avenged Sevenfold
 - Just Say Yes - Snow Patrol
 - Drunk - Ed Sheeran
 - The Last Unicorn - Passenger
 - Name - The Goo Goo Dolls
 - Miserable at Best - Mayday Parade
 - Stay Away From My Friends - Pierce the Veil
 - Back In Time - Huey Lewis & The News
- Faitytale - Shaman

domingo, 24 de novembro de 2013

Sobre mim

This is the story
About a girl
Who believed she could
Do anything

Her room started yellow
Back when she loved stuffed animals
She used to
Beg her parents
To give her a dog
And she dreamed of
Being a princess
Just like in Disney movies

Then her room was pink
And she still loved
Those same stuffed animals
That lived in her shelves
As a hopeless romantic
On Friday nights
She'd write about the boy she fancied
And she'd spend her Saturday nights
Dancing around her room

Everywhere she went
People would fall in love with her
Although she
Wouldn't fall in love with herself
Through more downs than ups
She led herself into darkness and
With her brother's guitar
She taught herself how to play
As she slowly fell in love
With music
While music
Slowly led her into light

Now her room is purple
And on Friday nights
She writes about her dreams
She has those two dogs
She used to beg her parents for
Not many things scare her
But the things that do
Frighten her
She traded a stuffed animal shelf
For a book shelf
She likes to take pictures of moments
So they can be kept
As memories
She likes to write lyrics on her wall
And listen to
Crazy ass metalcore songs
As well as calm folk music
She wears glasses, braces and converse
Hates skirts and makeup
And laughs at almost everything
Her friends say

This is the story
About a girl
Who believed she could
Do anything

And so she will

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Viajar

Outro dia, eu tava conversando com uma amiga sobre uma viagem que nós sonhamos em fazer juntas, assim que acabarmos a escola. Ela, assim como eu, é mais aventureira e curiosa sobre o mundo, do que preocupada com o que ela pretende estudar e em qual faculdade estudar.

Eu comecei a pensar sobre as pessoas que não são. Aquelas que olham 10 anos à frente pras suas futuras carreiras, cheias de orgulho, com o peito estufado. Aquelas que não pensam além, que não se dão a liberdade de pensar além.

"'É... Mas eu preciso passar e entrar na faculdade antes, aí tranco, e qualquer coisa... vou depois"

A palavra "é" e a palavra "mas", separadamente, não possuem nenhum significado além do ensinado na língua portuguesa. Mas, juntas, elas me afligem. Porque elas tentam se mostrar como se estivéssemos completamente de acordo com a ideia quando, na verdade, elas só mostram o tamanho do medo que sentimos. Elas nos permitem ser covardes, parecendo nobres.

Então por favor, não se deixem levar pela tentação do "é, mas...". Não se deixem levar pelo medo. Eu só tenho 16 anos, e essas duas palavras já fizeram com que eu me arrependesse de coisas que eu deixei de fazer por medo, ou insegurança, ou precaução. Mas ta, isso é outro assunto.


Chega de desculpas

Eu sempre tento pensar de acordo com a música Unbound do Avenged Sevenfold. Ela diz "Eu nunca vivi com medo, eu sabia que iria morrer qualquer dia. Eu nunca vi minha vida como algo que estivesse escapando." (a frase é mais bonitinha em inglês). As vezes eu concordo, e as vezes discordo dela. Não acho que devamos passar cada segundo do nosso dia nos preocupando com o fato de que, a cada segundo que passa, nossa vida está passando pela nossa frente. Mas, ao mesmo tempo, não dá pra simplesmente ignorar isso.

Eu sinceramente acho que, ao crescer e envelhecer, a vida começa a meio que acontecer com você. A juventude (não achei nenhuma palavra melhor que essa) é uma época de completo poder. Você pode fazer o que quiser. Mas, com o passar do tempo, você começa a ter novas responsabilidades, e é preciso muito cuidado pra não acabar esquecendo o que realmente importa. Então enquanto você ainda ta em controle, faça o que realmente importa. Porque, como eu vejo, nós temos poucos anos das nossas vidas onde o mundo pode sim girar em torno de nós. E esses anos são os anos da adolescência e um pouco depois disso.

Nessa idade, nós ainda não temos noção certa das coisas. Nossa visão do mundo ainda está sendo formada, por isso, se dê a oportunidade de crescer. Viajar é um bom jeito de fazer isso.

Então, por favor, viaje. Viaje com completo desapego, curiosidade e sede por aventura. Você vai ter que abrir mão de algumas coisas, mas eu te prometo que você não vai se arrepender.


Momentos

Volta e meia, eu, meus pais e meus irmãos conversamos sobre nossas viagens, e os momentos mais marcantes de cada uma delas. Eu não me surpreendo quando percebo que, tais momentos marcantes, são os que eu passei por algo novo, maluco ou diferente.

Quando você olhar de volta na sua vida, vão ter momentos dos quais você vai se orgulhar, outros dos quais você vai rir muito, outros dos quais você vai sentir prazer em falar que passou por aquilo.

Todo mundo deveria tirar seu tempo pra conhecer o mundo, e cada parte interessante e fascinante dele. Vale a pena qualquer sacrifício ou investimento que deverá ser feito da sua parte.

Eu, com 16 anos, já viajei bastante (obviamente não o suficiente). Já vi lugares lindos, e já vi lugares muito lindos. E o que mais me fascina é que eu não cheguei nem perto de ver alguns dos milhares de lugares bonitos que existem na Terra, e provavelmente ainda não vi nenhum dos mais bonitos.

Ao viajar, você cria um conceito novo pra beleza. Você aprende mais sobre os outros, e acaba aprendendo mais sobre si mesmo.


Eu poderia sentar e escrever vários e vários motivos pelos quais você deveria viajar enquanto é novo. E mesmo se não for, viaje também. Me encanta perceber que o mundo é tão grande, mas tão pequeno ao mesmo tempo.

Então, mais uma vez, por favor, parem de dar desculpas, e saiam por aí pra conhecer mais sobre o planeta em que vocês vivem. Vale a pena.


sábado, 26 de outubro de 2013

Fy Enem

Amanhã e domingo eu tenho uma prova do enem pra fazer. E, como sempre faço, fiquei me enrolando nos meus pensamentos em relação a isso, ao sistema de ensino, à sociedade num geral, e o que e porque as coisas e as pessoas são do jeito que elas são.

Eu vi um vídeo hoje na escola e comecei a pensar em nós. Na sociedade. Em como somos um bolo enorme de carne moída espalhada pelo mundo. Carne moída porque todos nós somos bostas. Todos somos iguais. É necessário uma padronização. Tudo tem que ser igual. A sociedade não quer alguém que se destaque, porque isso "é ruim". Ser diferente é ruim. Porque ser o diferente é ser o problema. Por isso somos enganados por tanta gente ao longo de nossas vidas.

E aí vão 1 milhão de pessoas na rua dizendo "o gigante acordou", o que, pra mim, também não é tão bom assim.

Quando todos nós nos revoltamos, e decidimos "mudar" tudo, estamos errando também. Porque nem todo mundo nasceu pra ser filósofo, nem todo mundo nasceu pra ser artista, nem todo mundo nasceu pra ser pensador. Tem gente que não suporta poesia, tem gente que quer só dinheiro, independente do que for. Tem gente que pede pra ser assim. E mesmo vendo que está errado, prefere continuar a ser do jeito que é, pois daria muito trabalho a tentativa de uma mudança. Então não dá pra exigir que todos sejamos artistas. Na sociedade em que vivemos, num grupo de 20, tem pelo menos 2 ou 3 artistas, pensadores, filósofos, revolucionários. E independente de onde você more, mesmo com todas as diferenças que existem de um país pra outro, no geral, nós vivemos num mundo e numa sociedade que é contra a criatividade. O que é bem, bem triste.

É como se todos nós (ou quase todos) estivéssemos usando máscaras. Máscaras as quais tiram a nossa individualidade, nossa personalidade. O que a sociedade faz é isso. Ela coloca máscaras em cada um de nós, padronizando nossas personalidades, pra que, mesmo sendo cada um completamente diferente do outro, no geral, agimos da mesma maneira. Da maneira que querem que agimos. O que me faz voltar ao vestibular.

Vocês têm noção disso? De que nós vivemos num mundo onde acertar uma certa quantidade de questões numa prova cheia de conteúdo inútil é visto como algo sensacional. Claro que, nesse caso, é muito bom mesmo. Óbvio! Tiro uma nota muito boa no vestibular, passo pra uma faculdade com um super nome, consigo um emprego ótimo e todos vivemos felizes para sempre. Mas a questão não é essa. A questão é a necessidade de que tudo isso aconteça na vida de alguém, porque se não acontecer, ferrou.

E se eu disesse que, sinceramente, eu não to nem aí pra vestibular e faculdade? Não tem absolutamente nada que eu aprenda lá, que seja algo que eu queira fazer pelo resto da minha vida com prazer. Eu quero ser escritora. E aí? Faço faculdade de letras? Que diferença faria? Não seria melhor eu passar anos da minha vida escrevendo feito uma desgraçada, tendo experiências maravilhosas, que me inspirem para escrever cada vez mais e melhor? Mas aí eu seria mal vista. Meus pais não ficariam satisfeitos, porque o normal, o que todos fazem, é faculdade.

E se eu disesse que quero fazer psicologia e filosofia pelo simples interesse que eu tenho por tais assuntos/matérias? Não tenho a mínima vontade de exercer alguma profissão que tenha a ver com um desses cursos. Mas mesmo assim, eu quero cursa-los. Me desculpem, mas eu não vou conseguir passar o resto da minha vida tentando me enganar de que eu to feliz fazendo o que eu to fazendo. Eu não vou conseguir colocar na minha cabeça de que eu sou feliz sendo jornalista, porque eu sou boa nisso e ganho dinheiro com isso. Me desculpem, mas eu não vou tentar fazer nada do que teoricamente seria o "certo" porque um grupo de pessoas diz que é o certo.


Óbvio, eu falo tudo isso, mas se alguém me perguntar qual seria uma possível solução ou mudança que ajudaria, não vou saber responder. O que pra mim não teria problema. Nem sempre a gente precisa de uma resposta. Basta questionar. Isso já pode ser uma das soluções.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

meus meninos

O tempo não é inocente. Muitos não julgam que ele seja ruim ou cruel, somente dizem que ele é. Já eu não. Eu guardo muito rancor, e tenho o costume de culpa-lo pelos medos que ele me traz aos meus 16 anos de idade.

E bom, o tempo acabou.

Eu não tenho noção da maioria das coisas que vão acontecer comigo nesses próximos meses e anos. Caso vocês confundam, meu motivo de escrever sobre isso aqui não é pra choramingar sobre o quão ruim e triste minha vida vai ser agora. Até porque eu não tenho noção. Mas junto com o tempo, existem fases, essas podendo ser insanamente boas ou ruins.

O motivo de eu estar escrevendo sobre o que estou escrevendo da forma que estou escrevendo, é pelo simples fato de que a fase "Estudar com os meus melhores amigos e passar todos os recreios possíveis com eles" acabou. É óbvio que isso não quer dizer que nunca mais vou ve-los, não quero dramatizar tanto pra chegar nesse nível, mas vamos concordar que deixar de ter um convívio diário com  4 pessoas as quais você está acostumado a ver sempre, faz algum tipo de diferença. Principalmente quando essas 4 pessoas são quem elas são.

(vou encurtar da melhor maneira possível, para que esse texto não fique tão meloso)


Ninguém me faz rir tanto quanto eles fazem. Eu posso ter parte da culpa por ser boba do jeito que sou, mas de qualquer jeito, eu devo 90% da produção de endorfina produzida pelo meu corpo a eles. E é por isso que, mesmo sem saberem, tais fases ruins que eu comentei antes, não foram tão ruins assim. Por causa deles.

Não estão envolvidos pensamentos do tipo "eu não vivo sem eles" ou "minha vida será nada sem eles", mas eu sei que ela não vai ser tão legal quanto era antes. Isso é inegável, pois não existe outro Rego, outro Granja, outro Lucas ou outro Pinhel no mundo. Só existem esses 4. E com 2 anos passando minhas manhãs junto deles, sendo que em 1 desses anos passei as tardes também, acaba criando um vínculo muito forte.


Eu acredito que parentes são diferentes de familiares. Como já me falaram antes, sangue faz parentes. Lealdade faz família. 

Eu amo a família que eu fiz.

sábado, 28 de setembro de 2013

Hora de mudar

Hoje eu acordei pensando em escrever. Pensando no meu blog, e eu percebi que eu comecei a escrever nele há mais ou menos 1 ano e meio. Parece pouco, mas ao mesmo tempo muito.

1 pode ser um número muito pequeno, só que muito pode acontecer dentro desse 1. Tanta coisa mudou em 1 ano (e mais meio). Alguns grupos de amizade mudaram, meu corpo mudou, meu rendimento escolar mudou, um ou dois profesores de alguma matéria mudaram, e o mais importante, eu mudei.

Lendo meus primeiros posts, eu sinceramente fico envergonhada da maneira que eu pensava em relação a algumas coisas, da maneira que eu escrevia (o que provavelmente não mudou muito), e isso é meio estranho, porque eu vejo que num período de um ano, eu mudei opiniões que, pra mim, sempre continuariam as mesmas.

Já se passaram 9 meses do ano de 2013. Eu ainda acho que ontem eu tava contando os meses pra minha festa de 15 anos (que foi dia 28 de Abril de 2012).

A grande questão é que nesses muitos meses e até anos que se passaram, eu perdi muitos dias imaginando como a minha adolescência podia estar melhor, como eu poderia aproveitar mais, como eu ignoraria todos os pequenos incômodos que acabam virando coisas enormes, como eu faria meus 3 anos de ensino médio os melhores.

Eu passei tanto, mas tanto tempo tentando pensar em um jeito de fazer isso tudo, ao invés de simplesmente fazer, sem pensar, só fazer. Mas, por mais que eu tenha vontade de bater com a minha cabeça na parede por isso, eu ainda tenho um pouco mais de um ano. E dessa vez, eu não vou pensar em como nem nada. Eu vou escrever, eu vou não me preocupar tanto com uma nota não tão boa, mas ao mesmo tempo vou estudar um pouco mais que o necessário (até porque se eu quero estar na UCLA daqui a 3 anos, mais que o necessário é o necessário), eu vou passar o maior tempo possível com quem me faz melhor, isto é, meus irmãos e os seus amigos (até chegar ao ponto que eles não me aguentam mais), eu vou aproveitar mais a parte de fora da minha casa, eu vou me dar mais tempo, eu vou no Rock in Rio no dia da minha banda preferida, e, vou esperar ansiosamente a volta deles ano que vem pra ir no show de novo, e dessa vez na pista (se eu sobrevivi ao rock in rio, eu sobrevivo a isso), eu vou comer mais morango, não vou mais deixar o fato de eu ser extremamente perfeccionista (o que eu descobri há pouco tempo que eu sou muito) me atrapalhar ou tomar conta de tudo que eu faço.

E pra qualquer um que esteja lendo isso, se você acha que tem alguma ou algumas coisas te impedindo de viver do jeito que você merece ou quer viver, eu deixo o refrão de uma das minhas músicas preferidas aqui:

"Don't you cry for the lost, smile for the living. Get what you need and give what you're given. Life's for the living, so live it, or you're better off dead."

Espero voltar aqui em breve :)

terça-feira, 7 de maio de 2013

Escrever

Eu disse uma vez que escrever é uma maldição. Não me lembro por que exatamente eu o disse, e com sinceridade. Hoje repito: é uma maldição, mas uma maldição que salva.
   Não estou me referindo muito a escrever para jornal. Mas escrever aquilo que eventualmente pode se transformar num conto ou num romance. É uma maldição porque obriga e arrasta como um vício penoso do qual é quase impossível se livrar, pois nada o substitui. E é uma salvação.
   Salva a alma presa, salva a pessoa que se sente inútil, salva o dia que se vive e que nunca se entende a menos que se escreva.
Escrever é procurar entender, é procurar reproduzir o irreproduzível, é sentir até o último fim o sentimento que permaneceria apenas vago e sufocador. Escrever é também abençoar uma vida que não foi abençoada.
   Que pena que só sei escrever quando espontaneamente a "coisa" vem. Fico assim à mercê do tempo. E, entre um verdadeiro escrever e outro, podem-se passar anos.
   Lembro-me agora com saudade da dor de escrever livros. 
Clarice Lispector

"Quando escrevo, sinto um alívio, a minha dor desaparece e a coragem volta" - Anne Frank



Escrever. Que assunto, que palavra, que tema. Eu juro pra vocês que só de falar ou ouvir, meus olhos se enchem de lágrimas. O que eu sinto quando escrevo é muito difícil de explicar. É uma leveza, misturado com felicidade, misturado com prazer, e muita, muita paixão.


Eu acredito que cada pessoa tem algo que a faz esquecer tudo. Para algumas pessoas é um esporte, ou a dança, ou desenhar, ou tocar algum instrumento. Pra mim é escrever.


Desde pequena, eu escrevia mini histórias que sempre evolviam coisas que eu gostava muito ou com que eu sonhava. Por exemplo, eu fazia histórias sobre princesas que por algum motivo eram insatisfeitas com suas vidas, e elas eram sempre salvas por um unicórnio. Ou sobre uma garotinha solitária que encontrava um cachorro que falasse com ela. Hoje em dia não é muito diferente, mas eu escrevo pra tudo. Tem vezes que eu acabo perdendo a minha cabeça por causa de uma ansiedade enorme para provas, ou começo a pensar demais sobre meu futuro, e, ás vezes, eu me perco de mim mesma. Ás vezes eu acho que estou lidando bem com alguma situação, mas quando vou escrever sobre isso, percebo que é o contrário. Se eu preciso de alguma ajuda ou entendimento melhor sobre algum tipo de situação, eu escrevo. Se eu eu estou extremamente feliz com alguma coisa que tenha acontecido, eu escrevo. Qualquer preocupação, felicidade, tristeza, ansiedade, acontecimento, desentendimento, qualquer coisa mesmo, eu escrevo. E eu me encontro. Parece que, ao escrever, eu automaticamente crio um tipo de resposta ou solução. Eu não sei muito bem o que acontece pra que isso aconteça, mas eu sei que é a melhor sensação possível pra mim. 


Escrever é uma das minhas 3 maiores paixões (as outras duas são música e animais). Eu tenho me conhecido melhor através da escrita, tenho visto as coisas de maneira diferente, tenho amadurecido, e entendido melhor as coisas à minha volta. É incrível, e talvez vocês não acreditem, mas dependendo do que eu estou escrevendo, meu coração começa a bater mais rápido (por exemplo, agora). E eu amo escrever. Paixão transborda de mim quando escrevo, e é algo que eu espero fazer pelo resto da minha vida. Pra mim, liberta a alma. Eu poderia passar horas escrevendo, sobre mim, sobre coisas que eu gosto, sobre meus sonhos. 


Posso não ser uma Clarice Lispector da vida pra expressar meu sentimento em relação a isso tão bem quanto ela, até porque o trecho que eu botei dela diz exatamente como eu me sinto. Então faço das palavras dela, as minhas.


Minha mãe me deu de aniversário um diário parecido com o da Anne Frank. Depois de ler algumas coisas sobre ela, e ver que ela era muito parecida comigo nesse aspecto, eu escrevi uma coisa pequena na primeira página, mas que resume muito um grande sonho meu em relação a escrita:



"Eu quero escrever tão bem quanto a Anne Frank escrevia. Eu quero que as pessoas me ouçam e o que eu tenho a falar pra elas. Talvez minha história não seja tão boa quanto a dela, já que eu não tava presente na Segunda Guerra Mundial. Mas o que eu tenho pra falar e contar vale a pena ser escutado.

Eu só quero poder seguir meus sonhos e fazer com que as pessoas acreditem que elas também podem.

Eu quero ser uma inspiração"

sábado, 16 de março de 2013

Oi, eu voltei

Oi. Quanto tempo, não? É bem estranho estar aqui de novo, nessa página. Fazem 4 meses mais ou menos que eu não escrevo aqui. E sabe aquela sensação estranha (e boa) que a gente tem quando começa a conversar pela primeira vez com um amigo que não falamos há muito, muito tempo? Então, é isso que eu to sentindo agora. Não sei muito bem o que escrever, mesmo tendo bastante coisa pra falar.

Há alguns (muitos) meses atrás, eu postei um texto chamado "Obrigada" (http://analuizafbraz.blogspot.com.br/2012/02/obrigada.html), que eu fiz quando tava num estado muito parecido com o que eu to agora. É felicidade misturada com gratidão, misturada com bom humor, misturada com ansiedade (num bom sentido, se é que isso é possível), e sei lá, no final é uma coisa que acende a alma. Você tem vontade de colocar as músicas mais animadas, rir alto, pular, dançar pelo seu quarto, cantar alto. É bom demais. E por coincidência (ou não), essa é a primeira vez nesses últimos meses que eu fiquei com vontade de escrever aqui de novo. Falando assim, parece que eu tenho estado completamente triste ultimamente, o que não é verdade. Só tem me faltado tempo.

Tiveram muitas vezes nesse início de ano que eu possa até ter me sentido assim, mas eu não tive tempo de notar porque provavelmente eu tava ocupada demais pensando no que estudar ou no que fazer. Não sei se vocês lembram, mas ano passado eu escrevi um texto chamado "Vestibular" (http://analuizafbraz.blogspot.com.br/2012/02/vestibular.html), o qual eu escrevi na minha primeira semana de aula porque eu não aguentava mais ouvir essa palavra. Como esperado, esse ano aconteceu a mesma coisa, só que 10 vezes pior. E provavelmente ano que vem também vai ser assim, só que 100 vezes pior. E não, eu não me acostumei com esse fato ainda, o que é um dos motivos de eu estar escrevendo bem menos e estar mais neurótica. Mas eu sempre fui assim. De modo algum eu parei de escrever. Acho que se eu tivesse parado eu já estaria num hospício batendo com a cabeça na parede. Mas enfim, eu tenho escrito pequenos textos, só pra não perder o hábito e não enlouquecer mesmo. É como se fosse um diário, onde eu atualizo/desabafo sempre que possível e necessário (mesmo sendo completamente preconceituosa com a ideia de um diário).

E é. Essa sou eu agora. De vez em quando tenho minhas crises de nervosismo, mas nada que um bom choro e grito no travesseiro não resolva. Meu tempo de estudar foi cortado pela metade por causa da escola, enquanto meu esforço e neurose duplicaram. Mas ao mesmo tempo, muito acima dessas besteiras, tem meu humor, que tem estado surreal de bom (nem eu acredito às vezes), meu foco também ta maior, e agora eu realmente acredito em mim mesma.

Vou me retirando agora, semana que vem é semana de provas e eu tenho muito o que estudar ainda (é, também to achando estranho esse meu bom humor pré-semana de provas). Foi bom escrever aqui. Espero vê-los em breve, e se não, a gente se vê por aí ;)